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Veja a tabela abaixo:
ADMINISTRAÇÃO
Anemia, disfunção hemostática, coagulopatia, hemorragias agudas com perda de mais de 50% do seu volume total de sangue
Cada 20 ml/kg eleva 10% o Ht
Cada 10 ml/kg eleva 10% o Ht
Coagulopatias hereditárias (controle de sangramento, profilaxia pré-operatória), coagulopaitas adquiridas (hepatopatias, neoplasia, intoxicação por dicumarínicos, acidentes com animais peçonhentos), Doença de Von Willebrand, expansão aguda de volume, pancreatite, grandes cirurgias
10 a 30 ml/kg, repetir se necessário a cada 8-12 horas
Trombocitopenia/patia.
1unidade (50 a 70 ml) para cada 10 Kg
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Indicado em casos de anemias crônicas normovolêmicas (anemia hemolítica, DRC, hepatopatias, hemoparasitoses, neoplasias), em que não é necessário a administração juntamente com um expansor de volume (plasma), reduzindo a ocorrência de reações transfusionais não hemolíticas principalmente em pacientes nefropatas e cardiopatas os quais apresentam limitações ao administrar volumes.
Se necessário, pode-se diluir a bolsa do concentrado de hemácias com solução fisiológica a 0,9% na proporção de 10 mL de NaCl para cada 30 a 40 mL de concentrado. Não é necessário submeter a bolsa ao banho- maria para aquecimento antes de sua administração.
O tempo de armazenamento é de 21 dias em refrigeração constante (2 a 6 °C).
Velocidade de administração:
- 0,25 mL/kg/ na primeira meia hora da transfusão(monitorar reação transfusional).
- 10 a 20 mL/kg/hora nas demais horas em pacientes normovolêmicos.
- 2 a 4 mL/kg/hora nas demais horas em pacientes nefropatas ou cardiopatas.
Indicado em casos de coagulopatias hereditárias (controle de sangramento, profilaxia pré-operatória), coagulopaitas adquiridas (hepatopatias, neoplasia, intoxicação por dicumarínicos, acidentes com animais peçonhentos), Doença de Von Willebrand, expansão aguda de volume, pancreatite e grandes cirurgias.
O PFC tem validade de 1 ano quando mantido em temperatura de –18 a – 20°C. Antes de sua administração, deve-se submetê-lo ao descongelamento em banho-maria com um envoltório plástico para não permitir a entrada de água na bolsa.
Recomenda-se a utilização de 10 a 30 ml/Kg podendo ser repetido,se necessário a cada 8-12 horas. Tempo de administração: 1 hora. Monitorar a transfusão em decorrência de possíveis reações transfusionais. Não é indicado como expansor volêmico, contra indicado em casos de sangramento sem coagulopatias, imudeficiências, septicemias, grandes queimaduras, manuntenção da pressão oncótica. É indicado somente para reposição momentânea de albumina (cirurgias, má absorção intestinal, gastroenterites), porém em condições crônicas possui um efeito transitório, devendo-se utilizar a proporção de 22,5 ml/Kg de plasma para elevar 0,5 g/dl de albumina sérica.
Indicado em casos de trombocitopenia com sangramento, presença de petéquias, equimoses, epistaxes, hematoquesias, hematoemeses, com contagem plaquetária abaixo de 50.000 plaquetas/μL.
Também pode ser realizada a transfusão de concentrado de plaquetas de uma forma profilática para prevenir a ocorrência de sangramentos durante procedimentos cirúrgicos sendo desejável pelo menos 100.000 plaquetas/μL no pré operatório ou, ainda, em casos de trombocitopenia severa (< 10.000 plaquetas/μL) em que há risco de hemorragia súbita.
Recomenda-se a utilização da proporção de 1 unidade de CP (50-70 ml) para cada 10 Kg. Tempo de administração: 1 hora. Monitorar a transfusão visando a ocorrência de reações transfusionais.
As reações transfusionais são classificadas em:
Causada devido à incompatibilidade entre os grupos sanguíneos (reação de anticorpos do receptor contra hemácias do doador). Ocorrência de hemólise aguda geralmente na primeira meia hora de transfusão, podendo levar o animal a óbito em conseqüência de uma insuficiência renal. A utilização de bolsa de concentrado de hemácias reduzem muito as chances dessas possíveis reações.
As principais manifestações clínicas são: hipertermia, taquicardia, taquipnéia, emese, hipotensão, hemoglobinúria, oligúria, choque, óbito
Devido a esse tipo de reação, é de grande importância a realização de teste de compatibilidade ou tipagem sanguínea antes da realização da transfusão.
É recomendado que a administração seja bem lenta na primeira meia hora (0,5-1 mL/kg/h). Deve-se monitorar os sinais vitais a cada 15 minutos na primeira hora, depois a cada 30 e 60 minutos.
Em casos de reações transfusionais deve ser interrompida imediatamente a transfusão e realizar tratamento suporte como fluidoterapia, diuréticos, antieméticos. Pode-se usar difenidramina (1-2mg/kg SC ou IM) em pacientes que apresentarem reações alérgicas. Em casos de reações hemolíticas pode-se administrar metilpredinisolona 20 mg/kg/IV ou dexametasona 0,5-1 mg/kg IV.